quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

MUSEU DE AUTOMÓVEL DE SÃO PAULO




Uma idéia antiga de alguém que desde criança é apaixonado por carros se tornou realidade em 21 de setembro de 1999, quando foi inaugurado o Museu de Automóvel de São Paulo. Romeu Siciliano (falecido em abril de 2008) começou a juntar carros em sua casa e quando se deu conta, tinha o suficiente para fundar o museu.

Os visitantes além de apreciarem as raridades que vão de carros antigos até motocicletas, lambretas, vespas, triciclos, caminhões, podem conhecer a história e a evolução do automóvel.

Hoje a família Siciliano, viúva e as quatro filhas estão envolvidas com carros antigos, contando também com uma loja onde são comercializados veículos antigos, locação desses veículos para casamentos,eventos, novelas, mini series, filmes, etc, alem de um Ferro Velho no interior de São Paulo.O Museu não sobrevive de bilheteria, precisa de patrocinadores e acreditam que juntar o Museu com a loja, ficará mais interessante para os apaixonados.

O acervo do Museu é de 70 raridades,onde dividiremos em dois espaços um na avenida dos Bandeirantes e outro ainda a ser aberto no Ipiranga.

O Museu esta atendendo somente na Avenida dos Bandeirantes nº 5051, no Planalto Paulista. Maiores informações (11) 2068-8084 / 5533-0877.n>

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Pontiac LeMans Tempest Super Duty de 1963 teve apenas seis exemplares fabricados

Colecionador paga US$ 226 mil em carro oferecido como sucata

Pontiac LeMans era oferecido no eBay por US$ 500.
Veículo teve apenas seis unidades produzidas e pertenceu a piloto.

Do G1, em São Paulo

Pontiac LeMans Tempest Super Duty de 1963 teve apenas seis exemplares fabricados (Foto: Daily Mail/Reprodução)

O site de leilões eBay anunciou a venda de um carro em péssimo estado de conservação. O vendedor pedia US$ 500 pela sucata. Em pouco tempo, no entanto, colecionadores de carros antigos perceberam que aquela "lata velha", que não tem nem motor, era na verdade um raro exemplar do Pontiac LeMans Tempest, que em 1963 teve a série especial Super Duty limitada a seis unidades. O preço da carcaça disparou até ser vendida por US$ 226 mil, para surpresa do vendedor.

Velocímetros de corrida e uma inscrição com nome de uma pista no painel foram suficientes para identificar que aquele carro pertenceu ao lendário corredor norte-americano Stan Antlocer. Nos nove dias que ficou no ar no eBay, o veículo recebeu lances cada vez maiores. O carro foi arrematado por US$ 226.521.

Foto: Reprodução

Carro participou de corridas históricas (Foto: Reprodução)

ugatti comemora centenário em Paris

ugatti comemora centenário em Paris

Carros antigos 'invadiram' as ruas da capital francesa.
Marca de veículos de luxo completa 100 anos de fundação.

Do G1, com informações da Reuters



Homem estaciona Bugatti antigo sobre a calçada da avenida Champs Elysee, na região central de Paris (Foto: Olivier Laban-Mattei/AFP)

Carros antigos da marca Bugatti participaram nesta sexta-feira (18) de uma carreata pelas ruas de Paris como parte dos eventos de comemoração aos 100 anos da empresa.

Fundada pelo italiano Ettore Bugatti em 1909, a empresa atualmente fabrica carros exclusivos como o Bugatti Veyron, o carro mais caro do mundo (US$ 1,7 milhão), capaz de correr a 407 km/h.

Foto: Charles Platiau/Reuters

Carros antigos da Bugatti passeiam pela Place de la Concorde, em Paris (Foto: Charles Platiau/Reuters)

O jipe foi o ícone da 2ª Guerra', diz baterista dos Paralamas

'O jipe foi o ícone da 2ª Guerra', diz baterista dos Paralamas

João Barone é presidente do clube de colecionadores de veículos militares do Rio.
O pai dele lutou pelo Exército do Brasil na Itália.

Paulo Guilherme Do G1, em São Paulo

Foto: Arquivo pessoal
Arquivo pessoal
João Barone com seu jipe na Ponte Pégasus (Foto: Arquivo pessoal)

Os jipes de guerra são uma das grandes paixões de João Barone, o baterista da banda de rock Paralamas do Sucesso. Filho de um ex-combatente da Força Expedicionária Brasileira (FEB) na Itália, Barone nunca ouviu do pai as histórias de combate na Segunda Guerra Mundial – depois de quase ser atingido por bombas lançadas pelos alemães, o pai do baterista voltou ao Brasil e procurou esquecer o que viu nos campos de batalha. Barone sempre foi da paz, mas nutriu esta paixão pelos veículos militares.
Hoje, entre um ensaio e um show dos Paralamas, Barone dedica seu tempo livre aos seus carros de guerra. Ele tem um Willys MB de 1944 e um Ford GP de 1941. Ele é também presidente do Clube dos Veículos Militares Antigos do Rio de Janeiro (CVMARJ). Em entrevista ao G1, Barone falou sobre sua paixão pelos jipes de guerra.

G1 – Por que os jipes da Segunda Guerra causam tanto fascínio?
João Barone -
O jipe virou um ícone da guerra, conhecido como um verdadeiro guerreiro, capaz de transportar soldados, feridos, comida e armamento nas mais difíceis condições de tempo e de terreno.

Foto: Arquivo pessoal
Arquivo pessoal
Baterista dos Paralamas levou seu jipe ao local onde se deu o desembarque na Normandia (Foto: Arquivo pessoal)

G1 – E o que te fez virar um entusiasta dos veículos militares?
João Barone –
Sempre gostei do assunto. Meu pai lutou na Segunda Guerra pela Força Expedicionária Brasileira. Ele foi para a guerra resolver um problema que não era dele. Dirigiu jipes no norte da Itália em um tempo em que era difícil encontrar um combatente que soubesse dirigir ou mesmo falar inglês. Depois da guerra, ele nunca nos incentivou, eu e meus irmãos, a lidar com o assunto. Acho que isso só fez o efeito reverso para aguçar meu interesse. Sempre que posso me dedico a esse assunto. Posso dizer que, nas horas vagas, eu toco bateria (risos).

G1 – Como você vê o crescimento do número de colecionadores de veículos militares antigos?
João Barone –
Isso é muito legal. Conseguimos fazer, com o pouco tempo disponível que temos, alguns eventos importantes, como o Encontro Brasileiro de Veículos Militares Antigos, em Curitiba (que começa nesta quinta-feira, dia 8, e vai até o sábado no Parque Barigüi). Ainda somos um grupo pequenos se compararmos, por exemplo, com os clubes de colecionadores de Fusca, mas sempre que nos reunimos percebemos como esta paixão pelos veículos militares tem um apelo sensacional. As pessoas querem saber mais sobre um jipe da Segunda Guerra do que sobre um super Thunderbird (risos).

Foto: Arquivo pessoal
Arquivo pessoal
O jipe ao lado de um tanque da Segunda Guerra (Foto: Arquivo pessoal)

G1 - Como é o trabalho de restauração de um jipe de guerra?
João Barone –
É um veículo fácil de ter e não é muito caro. Hoje um jipe da Segunda Guerra pode ser comprado por R$ 40 mil. Sai mais barato restaurar um jipe de guerra do que um carro civil. O acabamento é mais simples e a mão de obra mais barata. O mais importante é fazer uma restauração fiel ao modelo original da guerra. Algumas peças precisam ser importadas. Vale lembrar que o Exército Brasileiro trouxe de volta muitos jipes usados na Segunda Guerra. Além disso, o país recebeu muito excedente de produção dos Estados Unidos no pós-guerra.

G1 – Como você cuida dos seus carros?
João Barone –
Eu tenho um Willys MB de 1944 e um carro raro, o Ford GP, de 1940, um dos primeiros modelos de jipe produzidos pela Ford, que comprei nos Estados Unidos e trouxe para o Brasil. Também tenho um Fusca 51 e um caminhão Dodge WC 53 que parece uma ambulância. Reúno os carros em um sítio meu no interior do estado do Rio e, sempre que posso, dou uma volta com eles. Não ando tanto quanto gostaria. É importante sempre estar rodando com o carro.

G1 – Você refez o caminho do Dia D, do histórico desembarque dos aliados na Normandia, em 6 de junho 1944. Como foi esta experiência?
João Barone – Estive lá em 2004 para fazer um documentário sobre os 60 anos do Dia D em DVD. Foi muito legal passar por lá. Agora quero fazer um novo filme sobre o Brasil na Segunda Guerra. Seria uma espécie de road movie para mostrar os lugares históricos por onde o Brasil lutou na Itália. São lugares que até hoje preservam a memória da passagem dos soldados brasileiros por lá.

Foto: Arquivo pessoal
João Barone vê o pôr-do-sol em praia da Normandia na comemoração dos 60 anos do Dia D (Foto: Arquivo pessoal)

Carreata celebra os 100 anos da Bugatti

Carreata celebra os 100 anos da Bugatti

Desfile teve a presença do supercarro Veyron.
Modelos antigos passearam pelas ruas de Molsheim, na França.

Do G1, com informações da France Presse

O supercarro Bugatti Veyron foi atração nas comemorações do centerário da marca (Foto: Johanna Leguere/AFP)

Um desfile que reuniu o supercarro Bugatti Veyron e modelos antigos da marca comemorou os 100 anos da Bugatti nas ruas de Molsheim, na França, deste domingo (13). Um bom público foi às ruas da cidade onde fica a sede da empresa para ver de perto o Veyron, o caro mais caro do mundo (US$ 1,7 milhão), capaz de correr a 407 km/h, ao lado de modelos do início do século passado.

Carreata celebra os 100 anos da Bugatti

Desfile teve a presença do supercarro Veyron.
Modelos antigos passearam pelas ruas de Molsheim, na França.

Do G1, com informações da France Presse

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O supercarro Bugatti Veyron foi atração nas comemorações do centerário da marca (Foto: Johanna Leguere/AFP)

Um desfile que reuniu o supercarro Bugatti Veyron e modelos antigos da marca comemorou os 100 anos da Bugatti nas ruas de Molsheim, na França, deste domingo (13). Um bom público foi às ruas da cidade onde fica a sede da empresa para ver de perto o Veyron, o caro mais caro do mundo (US$ 1,7 milhão), capaz de correr a 407 km/h, ao lado de modelos do início do século passado.

Foto: Johanna Leguere/AFP

Modelos antigos da Bugatti desfilaram pelas ruas de Molsheim (Foto: Johanna Leguere/AFP)

FONTE:
http://g1.globo.com/Noticias/Carros

Líderes da Rússia andam em carro antigo

Líderes da Rússia andam em carro antigo

Putin e Medvedev deram uma volta em um Pobeda.
Veículo foi produzido entre 1946 e 1958.

Do G1, com informações da Reuters

Foto: Mikhail Klimentyev/Reuters

O presidente da Rússia Dmitri Medvedev e o primeiro-ministro Vladimir Putin andaram juntos nesta quinta-feira (31) em um carro russo Pobeda, durante encontro dos dois em Moscou. O veículo Pobeda, nome russo para a palavra 'vitória', foi produzido pela empresa russa GAZ entre 1948 e 1956. (Foto: Mikhail Klimentyev/Reuters)

China tem carro elétrico estilo retrô .

Takayanagi Miluira Retro EV é inspirado em veículos de 1920
   Divulgação
Takayanagi Miluira Retro EV
Enquanto a maioria veículos elétricos adota um design moderno, o Takayanagi Miluira Retro EV é diferente: aposta num estilo inspirado em carros de 1920. Sem investir muito em praticidade, o carro tem apenas um banco sem portas e sem teto. Seu pequeno motor de 3.5 kW é alimentado por baterias de chumbo-ácido ao invés das baterias de íons de lítio, mais utilizadas.

O veículo pesa 350 kg e alcança a velocidade máxima de 60 km/h. Sua autonomia é de 35 km. O carregamento total da Miluira Retro EV leva cerca de 12 horas. O preço é de 6.3 milhões de ienes - equivalente a US$ 75.000. As vendas estão previstas para começarem em março de 2011.

NOVO CITROEN C3 É FLAGRADO SEM DISFARCES

Reprodução
A versão nacional do C3 que chegará ao Brasil dentro de dois anos será praticamente igual à européia, cujas fotos vazaram na internet

E o mistério sobre o desenho da próxima geração do Citroën C3 acabou com o vazamento dessas fotos na internet. As fotos foram feitas por concessionários franceses durante a apresentação fechado do hatch em Paris (França). A apresentação oficial acontece em outubro no Salão de Frankfurt. No Brasil, o novo C3 chega em 2011, segundo fontes ligadas à fábrica no país.

O C3 ganhará porte. Serão 8 cm a mais de entre-eixos, passando dos atuais 2,46 m para 2,54 m - mudança com reflexo direto no espaço interno. O teto permanecerá com formato curvo, mas a dianteira terá uma enorme grade trapezoidal, enquanto os faróis serão maiores e avançarão rumo ao para-brisa. A lateral terá um forte vinco na altura das maçanetas e uma grande área envidraçada, dividida em quatro partes. Atrás, as lanternas em formato de bumerangue invadirão a tampa do porta-malas. A placa ficará no para-choque, que ainda terá duas luzes de neblina.

Conforme antecipado por Autoesporte há um ano, a nova família C3 começa a ser fabricada em Porto Real (RJ) em 2010, primeiramente com a minivan C3 Picasso e sua variante aventureira. Depois, no início de 2011, é a vez do hatch, que deverá manter os atuais motores flex 1.4 e 1.6 16V. A Citroën também tem planos de fazer uma versão sedã do novo C3 por aqui, uma espécie de C3 Pallas, mas o projeto está em marcha lenta por conta da crise financeira mundial.

 Reprodução
Flagra do Citroën C3 sem disfarces em evento

Citroën comemora 90 anos em Paris


 Divulgação
Modelo 2CV é um dos clássicos que fazem parte da exposição que comemora os 90 anos da Citroën
Em comemoração aos 90 anos daCITROEN que se completam neste ano, a marca francesa escolheu o histórico prédio número 42 da famosa Avenida Champs-Elysées, em Paris (França), para abrigar a exposição Crèative Technologie, que dará abertura aos eventos comemorativos.
Serão projetadas imagens históricas da marca em 36 cubos iluminados de tamanhos diferentes. Os visitantes poderão conferir veículos marcantes da Citroën como o Type A 10HP, lançado em 1919 e o primeiro a ser produzido em grande série na Europa; o 2CV usado por James Bond no filme “For Your Eyes Only” e o emblemático DS.FONTE:http://revistaautoesporte.globo

ROMI- ISETTA, PRIMEIRO CARRO PRODUZIDO EM SÉRIE NO BRASIL.

Como anda o Romi-Isetta, primeiro carro produzido em série no Brasil
Ivan Carneiro

Por onde o Romi-Isetta passa, todos param para olhar. Atrapalha o trânsito que é uma beleza, mas ninguém reclama. Muito pelo contrário: alguns cumprimentam o motorista, as crianças acenam e os velhinhos enchem os olhos. O carrinho, lançado em 1956, colocou o Brasil no mapa dos países fabricantes de automóveis. Mas logo após uma série de confusões políticas, teve sua produção encerrada em 1961, com cerca de 3 mil unidades produzidas.

Mais imagens na galeria ao lado em "leia mais"

O modelo avaliado por Autoesporte data de 1959 e, apesar da idade, ainda se comporta como jovem. "Ano que vem ela faz 50 anos, vou dar a maior festa", afirma Luiz César Esteves, dono do Romi-Isetta. O proprietário afirma ter sucateado outros três modelos para montar este todo original, em impecável estado de conservação. "É um 'Frankenstein'. A única peça ilegítima é o parafuso da tampa do motor", revela César, que esqueceu a chave de fenda — e assim não pudemos conferir o propulsor.

Ivan Carneiro

Falando no motor, o do Romi-Isetta que dirigimos é um BMW (por isso os logotipos na carroceria) de quatro tempos monocilíndrico carburado de 298 cm3 e 13 cv de potência. O câmbio de quatro marchas mais a ré é um verdadeiro enigma para um leigo. Primeiro porque ele fica localizado do lado esquerdo da cabine, para evitar pancadas no joelho do passageiro ao lado; segundo porque a posição das marchas é totalmente contrária a de um carro atual.

Mas isso só aumenta a aura nostálgica que cerca o Romi-Isetta. O interior, acessado pela insólita porta frontal, acomoda duas pessoas, mas César revela já ter rodado com a esposa, duas filhas e o gato de estimação. Apesar de pequeno, o interior é confortável, mas o nível de ruído na cabine é estridente. Sem nenhum revestimento acústico, a cabine é invadida pelo ruído do motor no melhor estilo "moedor de cana em ritmo de feira agitada". É diversão garantida.

Ivan Carneiro

Sua medidas compactas e os 360 kg de peso bruto caíriam como uma luva nos tempos de caos urbano em que vivemos. Com 2,25 metros de comprimento e 1,34 de largura, o Romi-Isetta também é ótimo para estacionar. "Quando não consigo realizar a baliza, estaciono ele de frente mesmo", revela o dono. Apesar de pequeno, o carrinho não é muito bom em curvas. É preciso abrir um pouco mais a trajetória para depois fazer a curva, como em uma picape grande.

Ivan Carneiro

Na época do lançamento, a Romi garantia que o carro alcançava a velocidade máxima de 80 km/h e rodava cerca de 25 km com apenas um litro de combustível. É perfeito para o uso urbano, porém, atrás do volante a velocidade parece ser menor ainda. O velocímetro segue o mesmo padrão da alavanca de câmbio — é invertido —, e mostra a velocidade em sentido anti-horário.

Outra curiosidade do Romi-Isetta é a transmissão que envia diretamente a força do motor para as rodinhas aro 10’ traseiras, sem o uso de um eixo cardã. No lugar do alternador para carregar a bateria, há um dínamo de 130 W, equipamento comum em veículos dos anos 1950. O freio-de-mão debaixo do banco é uma atração à parte, mas nada prático.

Ivan Carneiro
Andar neste carro torna o motorista uma estrela, e foi justamente isso que causou sua ruína nos começo dos anos 1960. Sem a concessão de isenção fiscal para produção por parte do governo, que na época não classificava o Romi-Isetta como um "automóvel", o simpático carrinho teve o preço multiplicado por dois e acabou virando símbolo de status, tornando-se o veículo preferido de celebridades. FONTE:http://revistaautoesporte.globo.com/

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Chevrolet Special Deluxe 1940


Chevrolet Special Deluxe 1940

Este belo carro marcou não somente uma época, mas sim toda uma geração dos famosos anos “ 40 “, lembrando o tempo do famoso gangster “Al Capone “ , onde esta raridade aparece nas cenas do filme “ Os Intocáveis” do famoso agente federal norte- americano Eliot Ness.

Este carro participou da minissérie da Rede Globo “JK” e tem em seu currículo 11 prêmios de destaque e originalidade de época em concursos de carros antigos.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Gasolina: um dos combustíveis mais usados no mundo. Definiçã


gasolina
A gasolina é um combustível fóssil produzida a
partir do petróleo. É formada, principalmente, por hidrocarbonetos. Porém, possui também em sua composição (em pequena quantidade): produtos oxigenados, enxofre, compostos metálicos e de nitrogênio.

A gasolina é altamente inflamável e muito utilizada como combustível para automóveis e motocicletas. É utilizada na forma comum ou aditivada (com aditivos que facilitam a limpeza do sistema de combustível).

Por se tratar de um combustível fóssil, a queima da gasolina provoca a emissão de gases poluentes, responsáveis pelo efeito estufa e aquecimento global.




Combustíveis
O que são, geração de energia, uso, combustíveis fósseis, etanol, hidrogênio

combustíveis
Plataforma de petróleo: combustíveis fósseis são os mais utilizados





Introdução

Os combustíveis são materiais capazes de liberar energia quando ocorre uma mudança em suas estruturas químicas. Possuem energia acumulada e podem queimar com certa facilidade. São usados, principalmente, para gerar energia e movimentar automóveis, aviões, máquinas industriais, etc. Alguns combustíveis são utilizados também para gerar energia elétrica.

Os combustíveis fósseis

São muito utilizados na atualidade. Podemos citar como exemplos: gasolina, querosene, diesel, gás natural e carvão mineral. Exceto o gás natural, os outros combustíveis fósseis costumam gerar altas quantidades de poluentes que prejudicam a qualidade do ar e contribuem para o fenômeno do efeito estufa.

Hidrogênio

As células de hidrogênio vem sendo testadas como combustível, principalmente, pela indústria automobilística. Em grande quantidade na atmosfera, pode se tornar uma excelente opção, pois sua queima não gera gases poluentes.

Álcool (Etanol)

Utilizado como combustível nos automóveis brasileiros há mais de 20 anos, o álcool é pouco poluente e sua fonte de energia (cana-de-açúcar) é renovável. Alguns países já estão adicionando o etanol à gasolina como forma de diminuir a emissão de poluentes e o efeito estufa. É uma medida importante para combater o processo de aquecimento global, que vem ocorrendo nas últimas décadas.
Links relacionados
Combustíveis Fósseis - definição, o que são Combustíveis Fósseis
Gases Poluentes - definição, saiba o que são Gases Poluentes
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Biografia de Henry Ford, fordismo, produção em série, produção de automóveis, história do automóvel, frases



Biografia de Henry Ford, fordismo, produção em série, produção de automóveis, história do automóvel, frases


Henry Ford e o famoso modelo "T" (Ford Bigode)

Quem foi

Henry Ford foi um importante engenheiro americano. Nasceu em 30 de julho de 1863, na cidade norte-americana de Springwells. Faleceu em 7 de abril de1947, na cidade de Dearborn. Produziu seu primeiro automóvel em 1892.

Biografia

Ainda jovem, trabalhava na fazenda do pai, onde era o responsável pela manutenção dos motores dos tratores. Foi nesta época que desenvolveu o talento e o grande interesse pela engenharia automobilística.

Ford é considerado o primeiro a implantar um sistema de produção em série. O engenheiro americano notou que era muito mais barato e rápido produzir um modelo de automóvel padronizado. De acordo com o sistema fordiano de produção (também conhecido como fordismo), o automóvel passava por uma esteira de montagem em movimento e os operários colocavam as peças. Logo, cada operário deveria cumprir uma função específica. Desta forma, existiam operários para determinadas funções (pintura, colocar pneus, direção, motor, etc). Neste sistema, um automóvel era montado em apenas 98 minutos.

O modelo de automóvel mais famoso produzido por Henry Ford foi o modelo “T”, também conhecido como “Ford Bigode”. Este veículo foi o mais vendido no final do século XIX.

Curiosidade:

- Henry Ford foi um grande inventor. Chegou a registrar 161 patentes nos Estados Unidos.
- Foi o fundador da Ford Motor Company.

Frases de Henry Ford

- "O passado serve para mostrar as nossas falhas e nos dar indicações para o progresso do futuro ".
- "Existem mais pessoas que desistem do que pessoas que fracassam".
- "Não aponte defeitos, aponte soluções".
- "Estar decidido, acima de qualquer coisa, é o segredo do sucesso".
- "O fracasso é a oportunidade de recomeçar, com mais inteligência e redobrada vontade".
- "Um idealista é uma pessoa que ajuda os outros a prosperar".
- "A única história que vale alguma coisa é a história que fazemos no presente".
- "O melhor uso do capital não é fazer dinheiro, mas sim fazer dinheiro para melhorar a vida".
- "Ninguém pode construir uma reputação baseado no que ainda vai fazer."
- "O capital que não melhora, constantemente, as condições e remuneração do trabalho, foge à sua mais alta missão."
- "Pensar é o trabalho mais pesado que existe, e, talvez, seja essa a razão para tão poucas pessoas se dediquem a tal tarefa".
- "Obstáculos são aqueles perigos que você vê quando tira os olhos de seu objetivo."
- "Não é o empregador que paga os salários, mas sim o cliente."
- "Nossas derrotas são, às vezes mais frutíferas que nossos êxitos."

LIVROS SOBRE CARROS


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Almanaque dos Carros Antigos
Autor: Kataoka, Fabio de Souza
Editora: Leitura

Opala - O Carro que Conquistou o Brasil
Autor: Sandler, Paulo Cesar; Simone, Rogério de
Editora: Alaúde

O Mundo dos Carros - Virtual Video
Autor: Melbooks
Editora: JC representações

Carros dos Sonhos - Utilitários Esportivos
Autor: Editora Europa
Editora: Europa Editora

Carros, Inesquecíveis do Passado e do Presente
Autor: Editora Europa
Editora: Europa Editora

Carros dos Sonhos - Os 50 Automóveis Mais Desejados do Planeta
Autor: Europa, Ed.
Editora: Europa Editora

Carros - Coleção Supermáquinas
Autor: Graham, Ian
Editora: Zastras

Almanaque do Fusca - As Histórias e Curiosidades do Carro Mais Querido do Mundo !
Autor: Kataoka, Fábio; Tavares, Portuga
Editora: Ediouro Sinergia

Carros Famosos do Cinema e da Televisão
Autor: Luis, Roberto J.
Editora: Letraviva

Autoposters - Os Primeiros Carros da História
Autor: Vieira, José Luiz
Editora: Alaúde

Carros - Série Atlas Visuais
Autor: Guizzo, Joao
Editora: Ática (Paradidáticos)

Carros Grandes, Grandes Carros
Autor: Fedrizzi, Geraldo
Editora: Maneco

HISTÓRIA DO AUTOMÓVEL E CARROS ANTIGOS



História do Automóvel e Carros Antigos
Primeiros automóveis da História, carros antigos, História do automóvel no Brasil,
desenvolvimento da tecnologia automotiva, modelos de automóveis antigos

carro antigo
Lanchester 1897: primeiro carro inglês



O primeiro automóvel

O primeiro veículo motorizado a ser produzido com propósito comercial foi um carro com apenas três rodas. Este foi produzido, em 1885, pelo alemão Karl Benz e possuía um motor a gasolina. Depois foram surgindo outros modelos, vários deles com motores de dois tempos, inventado, no ano de 1884, por Gottlieb Daimbler.

Evolução

Algum tempo depois, uma empresa francesa, chamada Panhard et Levassor, iniciou sua própria produção e venda de veículos. Em 1892, Henry Ford produziu seu primeiro Ford na América do Norte.

Os ingleses demoraram um pouco mais em relação aos outros países europeus devido à lei da bandeira vermelha (1862). Esta impunha aos veículos transitar somente com uma pessoa em sua frente, segurando uma bandeira vermelha como sinal de aviso. O Lanchester foi o primeiro carro inglês, e, logo após dele, vieram outros como: Subean, Swift, Humber, Riley, Singer, Lagonda, etc.

No ano de 1904, surgiu o primeiro Rolls Royce com um radiador que não passaria por nenhuma transformação. A Europa seguiu com sua frota de carros: na França (De Dion Bouton, Berliet, Rapid), na Itália (Fiat, Alfa-Romeo), na Alemanha (Mercedes-Benz), já a Suíça e a Espanha partiram para uma linha mais potente e luxuosa: o Hispano-Suiza.

Após a Primeira Guerra Mundial, os fabricantes partiram para uma linha de produção mais barata, os automóveis aqui seriam mais compactos e fabricados em séries. Tanto Henry Ford, nos Estados Unidos da América, quanto Willian Morris, na Inglaterra, produziram modelos como: o Ford, o Morris e o Austin. Estes, tiveram uma saída impressionante das fábricas. Impressionados com o resultado, logo outras fábricas começaram a produzir veículos da mesma forma, ou seja, em série. Este sistema de produção ficou conhecido como fordismo.

carro antigo
Carro antigo: Lagonda modelo 1938

No caso do Brasil e também em outros países da América Latina, esta evolução automotora chegou somente após a Segunda Guerra Mundial. Já na década de 30, fábricas estrangeiras, como a Ford e a General Motors, colocaram suas linhas de montagem no país. Porém, foi somente em 1956, durante o governo de Juscelino Kubitschek que as multinacionais automotivas começaram a montar os automóveis. Primeiramente fabricaram caminhões, camionetas, jipes, furgões e, finalmente, carros de passeio. Esta indústria foi iniciada pela Fábrica Nacional de Motores, que era responsável pela produção de caminhões pesados. Posteriormente vieram: automóvel JK com estilo Alfa-Romeo, Harvester, Mercedes-Benz do Brasil com seus caminhões e ônibus, a Scania-Vabis e a Toyota.

Logo depois, carros de passeio e camionetas começaram a ser fabricados: Volkswagem, DKW-Vemag, Willys-Overland, Simca, Galaxie, Corcel (da Ford), Opala (da Chevrolet), Esplanada, Regente e Dart (da Chrysler). Todos estes veículos, embora montados no Brasil, eram projetados nas matrizes européias e norte-americanas, utilizando a maioria de peças e equipamentos importados.

Diferente de antigamente, hoje o automóvel possui características como conforto e rapidez, além de ser bem mais silencioso e seguro. Nos últimos anos, os carros vêm passando por inúmeras mudanças, e estas, os tornam cada vez mais cobiçados por grande parte dos consumidores. Todo o processo de fabricação gera milhões de empregos em todo mundo e movimenta bilhões de dólares, gerando lucros para as multinacionais que os fabricam.

Voce sabia?

- Comemora-se em 13 de maio o Dia do Automóvel.